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De qualquer forma que enxergo o mundo 
Não sei me contentar com tanta maldade, 
Pessoas vazias, vaidade,
Egoísmo e desamor 
Com aquela velha forma incrível de desapego rápido. 
Beijos fáceis, amores ligeiros, 
Sem cor, nem cheiro,
Toques fracos sem emoções.
Mas sempre existirá dois corações
Que se amam afastados. 
Quantas tentativas falhas 
De encontrar o amor ao nosso lado, 
Ele que escorre das mãos de quem não sabe tê-lo 
E voa para longe feito um pássaro.
Mas os meus passos 
Serão sempre os primeiros, 
Já que não suporto viver assim,
Sigo tentando nessa luta sem fim, 
Te mostrar que ainda há esperanças. 
Meus olhos brilham em perceber, 
Que você também sabe reconhecer
Todo o meu esforço.
Tento de qualquer forma, 
Afastar-me deste mal. 
Retirar-me dessa fase carnal, 
E te trazer sentimentos, 
Que jamais serão esquecidos 
Nem sumirão aos ventos

Poema recitado na segunda edição do projeto "Na mesa da poesia", dia 22 de Novembro de 2017.

Ana QK.

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