Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true Prefeito de Ouro Branco, Atevaldo Cabral, nega acusações

As fortes denúncias de pedofilia contra o prefeito de Ouro Branco, município do Sertão alagoano, Atevaldo Cabral, não parecem preocupar o político, que se mantém tranqüilo e afirma que não irá tomar providências quanto ao caso, a não ser que seja investigado pela justiça.

No último final de semana, a menor C.G.S de 14 anos, juntamente com a sua avó, fizeram graves denúncias contra o prefeito no Conselho Tutelar da cidade, que encaminhou as denúncias para a Polícia Civil da cidade. Segundo a menor, Atevaldo Cabral teria a assediado, oferecendo a quantia de R$ 300 para ter relações sexuais. Com a negativa da menina, o prefeito teria oferecido R$ 800 para que ela não contasse a história para ninguém.

Ainda segundo as denúncias, no mesmo dia que teria recebido a negativa de C.G.S, o prefeito teria ficado em um local isolado com outras duas meninas, uma de 10 e outra de 14 anos.

A partir daí, o delegado regional de Santana do Ipanema, Rodrigo Cavalcante, iniciou as investigações, ouvindo a princípio, possíveis aliciadoras de menores, além de Maria Socorro Gomes, avó de menor e denunciante. No caso do prefeito, para que seja investigado, será preciso uma liberação do Tribunal de Justiça, uma vez que ele tem foro privilegiado e não pode ser investigado, sem o documento.

A reportagem do CadaMinuto entrou em contato com o prefeito Atevaldo Cabral, que mais uma vez se defendeu e se mostrou tranqüilo quantos as acusações. “Primeiramente eu agradeço as agências de notícias que estão me ligando para saber a minha versão sobre o caso. Mas, garanto que eu estou tranqüilo e tenho certeza que isso se trata de intriga política. Estou fazendo nessa gestão, o que não fizeram em oito anos e a população reconhece isso”, disse.

Sobre a possibilidade de ser investigado pela justiça e se defender, Atevaldo Cabral diz que não irá fazer nada no momento. “Eu não estou sabendo de investigação nenhuma, mas se quiserem me procurar, eu estarei á disposição. Não vou me defender, porque não sou culpado”, ressaltou.

As investigações continuam, comandadas pelo delegado regional de Santana do Ipanema, que prefere não falar sobre os depoimentos e suas datas e horários.