Sérgio Falcetti Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Os servidores públicos municipais da Educação de Palestina podem paralisar suas funções a partir desta segunda feira (18) quando o núcleo do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (SINTEAL) da região pretende votar o indicativo da greve. Eles cobram a implantação de um Plano de Cargos e Carreiras (PCC) que estaria sendo negado pela prefeitura.

De acordo com o núcleo do Sinteal da 8ª região há três anos a categoria vem tentando se reunir com o prefeito para discutir o assunto, mas ele estaria evitando. “Ele nunca nos atendeu. Enviamos 15 ofícios reivindicando essas reuniões, e não obtivemos nenhum retorno. O prefeito não gosta de trabalhador”. Reclama o vice-presidente do núcleo, João Jorge Melo de Farias.

Ainda segundo o sindicalista o projeto que cria o PCC tramita na Câmara de Vereadores desde fevereiro deste ano. “Só tem um vereador da Comissão de Educação que defende a categoria. O projeto está parado na Comissão”. Diz o representante do Sinteal.

Cláudio da Silva, o Cláudio Cabeludo, é o legislador citado por João Jorge Farias. Ele disse já ter feito cobranças, mas até agora não conseguiu sucesso. E revela que desde fevereiro o projeto sequer foi lido. “Falta consciência do gestor para que possamos levar esse projeto à frente, pois os servidores já não agüentam mais esperar”. Disse.

O Minuto Sertão entrou em contato com a prefeitura municipal, mas o prefeito não se encontrava e o atendente transferiu a ligação para a secretaria municipal de educação onde ninguém quis falar da suposta greve.