Gerd Altmann / Pixabay Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Estamos vivendo dias apocalípticos. A história é um espelho retrovisor que permite olharmos para trás sem tirar o foco do que está em nossa frente. Com ela aprendemos, planejamos, acertamos ou erramos.

Se olharmos para a história veremos que as pandemias são cíclicas. A gripe espanhola de 1918 foi incomumente mortal. De janeiro de 1918 a dezembro de 1920, 500 milhões de pessoas foram infectadas.

Quase ¼ da população mundial morreu, um número entre 50 a 100 milhões de pessoas. Foi uma das epidemias mais mortais da história da humanidade. A gripe espanhola foi uma das primeiras pandemias causadas pelo influenza, vírus H1N1, a segunda ocorreu em 2009.

A maioria dos surtos virais mata desproporcionalmente os mais velhos do que os mais jovens, porém inesperadamente a taxa de mortalidade foi demasiadamente alta entre os adultos jovens.

Algumas análises mostraram que uma tempestade desencadeou citocinas que atacam o sistema imunológico e tornou o vírus potencialmente mortal, juntando aí fatores de desnutrição, falta de higiene, acampamentos médicos e hospitais superlotados promoveram uma superinfecção resultando em uma alta taxa de mortalidade.

A história se repete por um dos microrganismos mais inferiores da escala dos patogênicos, pois fungos, bactérias estão na frente no grau de patogenicidade em relação às síndrome virais.

Apesar de todos esse histórico e dados científicos, ainda há pessoas e autoridades públicas que não entenderam a gravidade da situação. A descrença na ciência é tão grande, que há quem veja um movimento a favor do vírus. Teorias conspiratórias e narrativas políticas também atrapalham a conscientização da população.

Particularmente prefiro ficar com as recomendações do maior infectologista do universo, que deixou a prescrição pronta em Isaías, Capítulo 26, versículo 20. “Vem povo meu, entra em suas casas, fecha a sua porta até que passe a praga. Vai passar! Passa o céu, passa a terra, mas a minha Palavra não passará”.

A verdade é que Deus tem seus mecanismos cíclicos, que não são punitivos, mas sim educativos. Agora não é hora de ideologismo, mas sim de aprendermos com a história. É hora de ficar em casa, pois assim Deus nos ensinou, nos momentos de pestilência, quando esta chega à humanidade.