Morador denuncia abuso de autoridade do Tiro de Guerra de Arapiraca

  • Redação
  • 23/03/2011 11:36
  • Polícia
Cortesia - André Luiz (Internauta)
Tiro de Guerra Arapiraca

“Aqui não é uma área militar, é uma área residencial. Só vou sossegar quando isso sair da minha porta”. Esse foi o desabafo do morador André Luiz que reside na Rua Sargento Benevides Montes, no bairro Primavera, no município de Arapiraca, onde fica a sede do 7º RM, Tiro de Guerra.

O barulho causado por gritos de guerra e o som de tambores, durante o treinamento dos soldados, está tirando a tranquilidade do morador. “Tenho dois filhos pequenos e eles acordam assustados pelo intenso barulho com o treinamento. Ninguém aqui se importa com esse barulho, mas eu vou até as últimas conseqüências para ter o meu sossego e da minha família”, complementou André Luiz.

Segundo André, a instrução dos soldados acontece a partir das 05h da manhã e depois disso ninguém conseguir dormir. Ontem o morador teve um encontro com o secretário do Meio Ambiente e de Saneamento da Prefeitura de Arapiraca, Luiz Ricardo Vieira Lima, onde foi orientado formular uma denúncia no Ministério Público Estadual (MPE), para que o órgão se pronuncie sobre o caso.

A reportagem tentou contato com a sede do 7º RM, mas até o momento não obteve sucesso.

Leia na integra a nota direcionada pelo morador à reportagem do Cadaminuto

Moro na cidade de Arapiraca na Rua Sargento Benevides Montes 295, no bairro primavera há 3 anos. Nessa rua fica o "Tiro de Guerra", circunscrição do serviço militar em Arapiraca que ou por ABUSO DE AUTORIDADE ou porque não tem ninguém que reclame, faz instruções com seus soldados nos horário entre 5 e 6:30 da manhã, inclusive com tambores de todas as espécies. Sou casado, tenho um casal de filhos, a menor com 3 anos que na última sexta-feira foi acordada assustada pelo INTENSO barulho causado por GRITOS DDE GUERRA e TAMBORES. Já liguei para diversos programas de rádio ao VIVO denunciando o abuso, mas até o momento nada foi feito. Hoje tenho uma audiência com o secretário do meio ambiente de Arapiraca, evocando o artigo 42, I, do decreto-lei nº 3688/41 o que caracteriza uma contravenção penal. Quero deixar claro que IREI as ÚLTIMAS CONSEQUENCIAS LEGAIS PARA INIBIR O ABUSO feito por essa instituição contra o meu sossego e descanso, nem que seja necessário solicitar ao ministério público que analise a questão.