Vai um cachorro-quente? Se preferir, pode ser milho cozido, sanduíche natural, chocolate ou porção de batata palito frita na hora, também tem o espetinho, o CD a calcinha. Toda essa variedade de produtos é encontrada nas calçadas de Paulo Afonso, o que é mal do subemprego e da informalidade, um perigo para o pedestre e, sobretudo, está à margem da lei. Calçada é pública e deve servir ao pedestre.
Nesta terça-feira (26) a Prefeitura de Paulo Afonso, discutiu sobre o que fazer com os trabalhadores do comércio informal da cidade que ocupam as calçadas de diversos pontos, trazendo transtorno para os pedestres. A preferência pelo centro vem exatamente pelo movimento de pedestre que é intenso e viabiliza as vendas, por isso a resistência dos ambulantes em saírem das calçadas, mas vale dizer que é apenas os ambulantes, alguns donos de loja também abusam das calçadas e extremidades dificultando o estacionamento de veículos.
A prefeitura e o Secretário Valdenor Teixeira têm quer ouvir dos trabalhadores sugestões para desocupação de alguns espaços, aonde o número de ambulantes chegou ao limite, para só então, realocá-los. Entende-se que são trabalhadores, muito deles que já vendem seus produtos há muito tempo, mas só evidência a negligência do poder municipal com a questão, se não for tomada nenhuma providência ficará impossível andar sobre as calçadas, hoje é uma dificuldade enorme. Espera-se que as negociações sejam satisfatórias para ambos: comerciantes e pedestres, e mais, que seja o quanto antes.




